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segunda-feira, 1 de agosto de 2016


quarta-feira, 25 de maio de 2011

Des mots de tous les jours

Durante uma calma manhã de trabalho, entre textos, sites e redes sociais, embalo-me ao som de Carla Bruni e Edith Piaf e suas lindas melodias francesas, que encantam até a alma!

Graças à minha professora de francês – que era fascinada pela Carla Bruni - conheci um pouco mais de suas músicas. Mas tenho que confessar, Carla Bruni só é possível em doses homeopáticas. Uma vez lá que outra... aquela voz linda e meio sussurrada tem limite. Não me condenem, mas é assim também com Edith Piaf. Uma voz peculiar e encantadora, mas por duas ou três músicas. Só.

Com um francês básico que tenho, consegui detectar somente algumas palavras, expressões, que mesmo às vezes soltas, encantam-me. Na verdade, não canso de me encantar, a cada dia mais, com francês. Que idioma mais lindo, poético, romântico, chique, inspirador... tuudo!

“Quatre consonnes et trois voyelles, c'est le prénom de Raphaël. Je le murmure à mon oreille et chaque lettre m'émerveille” Como isso pode não ser LINDO?

E isso? Quand il me prend dans ses bras, Qu'il me parle tout bas, Je vois la vie en rose! Que merece tradução: Quando você me prende entre seus braços e susurra, eu vejo a vida em cor de rosa!

Essa música em especial, a La Vie en Rose, pra mim é um paradoxo. A versão original, de Edith Piaf, me transmite, através da melodia, uma música sofrida e até mesmo um pouco depressiva. Em geral, uma canção triste. Só que, ao analisar a letra, é completamente ao contrário. Uma letra de amor, de romance, de felicidade. “C'est lui pour moi, moi pour lui dans la vie. Il me l'a dit, l'a juré, pour la vie”.

Por isso, gosto da versão da banda Pomplamoose. Acho que mantém o drama original, mas transmite um pouco mais da alegria da letra.

Bom... voltarei ao mundo real e ao português que me resta. Já que a França só em planos, futuros, quem sabe... :)

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

ado, aado, agricultura no meu quadrado! xD

Mais uma da série "ado, aado, reitoria no meu quadrado" xD"

Mesmo tema, outros personagens.


Uma breve história.

Sexta-feira - 19h
E a sábia decisão foi tomada "Não vou ir a pós hoje".
Em princípio por preguiça, mas depois de uma mágica ligação, a falta resumiu-se a atualizar - lê-se criar - um cirrículo decente para a menina e um futuro promissor.

"Queres trabalhar? Me manda teu currículo" - dizia a voz do outro lado da linha.
"Mas eu já trabalho, assessor. Como assim? Tá, te mando em seguida" - disse a menina, sem muito entender.
E lá se foi pro corel criar alguma coisa decente.

Bolinhas para lá, informações e certificados pra cá... Enviado.

Sábado - 20h - o celular toca...
"Segunda-feira às 10h, pode ser?"

Segunda-feira, às 10h.
"Ótimo! O mais breve possível, pode ser?"

No outro dia...
"bla bla bla bla bla bla... o que o senhor acha?" - perguntava a menina para o diretor.

O mais breve possível, às 13h30.
"Bom Dia!" - disseram todos da sala da revista.

Carol sorriu. Simplesmente sorriu.

1 ano depois...

Depois de mais de 1 ano desatualizado, a jornalista aqui resolveu tomar vergonha na cara e postar alguma coisa.

Pouca coisa, na verdade, pois a inspiração passou um pouco longe hoje.
Mas vou aquecendo os dedinhos e vamo que vamo!!

:)

domingo, 19 de abril de 2009

Por favor, não vejam "Crepúsculo". Leiam-o!

Por favor, não vejam "Crepúsculo". Leiam-o!

"Mas esse filme não é baseado em um livro?", sai a perguntar aos que estavam na fila do cinema. Ninguém soube me responder. Ó gente alienada essa... Mas eu sabia, sabia que havia alguma relação do "Crepúsculo" com a literatura, só que naquela hora, ainda não...
Suspiros... mais suspiros. Toda vez que Edward aparecia na tela as meninas do meu lado soltavam estridentes "ais".
Já estava ficando de enjoada com toda aquela historinha de amor, aquela lenga-lenga de romancezinho adolescente. Afff... que podrera.
Imaginem... Uma típica adolescente revoltada, recém transferida de uma grande cidade para o interior. Tudo em Forks a irritava, o clima, as pessoas, sua família. Quantos filmes idênticos a esses já não foram produzidos?
Mas continuando... Até que... Tchananan!!! Até que ela descobre que o ódio que ela sentia pelo seu colega de aula era realmente amor e o melhor... Ele era um vampiro!!!
Afff... mil vezes Aff!!! R$ 6 jogados no lixo - seis preciosíssimos reais, por sinal.
Mas não pensem que acabou por aí. Tem mais, muito mais! Eles começam a viver uma conturbada e intensa história de amor entre o pecado, a tentação (a menina, Isabella) e o impossível e intocável (o vampiro bonitão, Edward). Sem contar é claro, que o vampiro esse tem família e ainda por cima são "vegetarianos"!! Pasmem... eles não mordem pescoços alheios, somente matam animais como lanchinhos.
E após ser bem aceita na família vampiro, eles saem todos para jogar baseball - indiscutivelmente a pior parte do filme - e encontram um grupo de vampiros assassinos, que imediatamente sentem o cheiro da menina humana. Inicia-se então a saga para salvar a vida do grande amor de Edward... Leiam bem, inicia-se! a tortura tem parte dois!! ... ... ...
Eca! Definitivamente "Crepúsculo" entrou para a lista negra cinematográfica.
No entanto, mesmo com a "inovadora" história, eu não seria capaz de terminar por aqui. Não é justo com a escritora Stephenie Meyer - sim, obviamente minha intuição estava certa e a história era baseada na literatura - e nem com suas obras.
Passado alguns dias, o filme continuava em destaque na mídia, todos falando da produção como se fosse uma grande coisa. Não podia acreditar que aquela produção "água com açúcar" pudesse ter despertado tanto interesse no ambiente cinematográfico. Então, para não ficar com uma imagem 100% negativa da questão e ainda por cima com a fama de má, resolvi aproveitar uma promoção, é claro, e comprei o livro "Crepúsculo".
Simplesmente foi devorado em três dias. 416 páginas consumidas com verocidade e necessitada de ler a continuação da história - nessa hora, realmente dei graças por existir uma parte dois e até mesmo três -.
O envolvimento com os personagens, a intensidade da história e das situações vividas pelos protagonizadores é absurda. É possível até mesmo sentir dor pelo sentimento dos dois.
A história lenga-lenga permanece a mesma, é evidente, mas a maturidade das situações não é nada se comparada com a das telas. A história bobinha de amor adolescente transforma-se em uma verdadeira história de amor, que transcende o mundo dos personagens e envolve toda a sociedade com dilemas, além de despertar o imaginário e questionar valores pessoais.
Lançamentos nacionais que compõem a saga "Crepúsculo"


quarta-feira, 1 de abril de 2009

O fruto proibido II

Mais uma singela história adolescente de amores impossíveis é o que se pensa ao assistir o filme Crepúsculo no cinema. Engana-se quem se deixa levar pelas produções hollywoodianas. Stephenie Meyer, escritora da obra, reserva para os leitores um mundo sombrio e fascinante, nada comparado às imagens.
Um amor tão intenso que chega a doer no leitor. A transparência dos pensamentos e sentimentos de Bella, personagem principal, faz da história uma narrativa quase real, que chega a desvirtuar o raciocínio lógico do leitor - afinal vampiros só existem na literatura. O comportamento incoerente de Bella é o que fascina a temática. A falta de medo frente ao perigo mortal e a persistência em decisões impossíveis, transporta o leitor para a cidade de Forks, onde se desenvolve a história, e os transforma em membros da família Swan ou Cullen – conforme a preferência.
É claro que as revelações aparentemente não se tornam tão surpreendentes para o leitor, quanto para Bella. Somente por ler o resumo nas abas laterais do livro, descobre-se que Edward Cullen é vampiro e que com Bella formará um casal. Mas ao decorrer da leitura essas informações parecem desaparecer do pensamento. Cada susto, novo pensamento e descoberta da natureza de Edward, surpreendem e chocam o leitor, construindo aos poucos, como inédita, a identidade do rapaz.
A construção de um mundo paralelo, inquestionavelmente fora da realidade humana, desperta a imaginação com desejos ocultos do leitor. Ao final da obra, a não existência de vampiros é deprimente – por mais incoerente que possa soar -. A convicção, por meio de evidências tão lógicas, que a autora remete perante a vida da família Cullen os torna tão reais, que é possível até mesmo sentir saudades dos personagens. Graças que a saga continua por mais três livros!!

O fruto proibido

Um romance entre uma humana e um vampiro é o tornou Crepúsculo, de Stephenie Meyer, um dos Best-sellers mais vendidos no mundo. A primeira vista parece uma temática clichê da literatura de suspense, mas ao término do primeiro capítulo já pode-se perceber a intensidade e saliência do enredo aos demais.

Sob a perspectiva da personagem principal, Bella Swan, uma humana e recém chegada à casa de seu pai, em Forks, uma cidade no interior de Washington, é que a narrativa se desenvolve. O desagrado de Bella é visível, tudo parecia monótono, pequeno e frio – o que incluía a temperatura – nesta nova cidade. O novo colégio representava um terço de onde costumava estudar, mas o comportamento dos alunos mantinha-se o mesmo. Na verdade, de nem todos os alunos. Um grupo de cinco adolescentes, diferentes e sempre reunidos em um canto do refeitório chamava a atenção de Bella. Até mais do que deveria.

Edward Cullen, vampiro de mais de 100 anos, que morava junto com sua família em Forks há alguns anos, ao sentir o cheiro que exalava da nova aluna, ficou entorpecido e fora do controle. A mudança para preto da cor de seus olhos foi o que principalmente chamou a atenção de Bella. A partir desse primeiro encontro inusitado é que a paixão de Bella e Edward teve início.

Até então distantes, Bella sabia que havia algo diferente em Edward. Algo que a atraia e a mantinha completamente desconsertada com sua presença. Para Edward, Bella era diferente, especial. Seu cheiro, sua imprevisibilidade e silêncio- já que Edward não podia ler os pensamentos de Bella. Somente os de Bella – foi o que o manteve intrigado e perdidamente apaixonado pela garota.

Constantemente posto em tentação pela refeição que Bella poderia ser – afinal vampiros alimentam-se de sangue humano, com exceção da família Cullen, que mantém uma dieta “vegetariana”, atacando somente animais -, Edward mantém-se em controle absoluto para não ferir seu grande amor. No entanto, nem todos conseguem manter esse controle. Um bando de vampiros, recém chegados à Forks, encontra Bella e seu cheiro peculiar de humana não consegue segurá-los, iniciando então a grande saga da família Cullen para a segurança de Bella.

domingo, 4 de janeiro de 2009

em 2000INOVE!

Abraços nove vezes mais apertados.
Trabalhos nove vezes mais difíceis.
Me divertir nove vezes mais.
Beber nove vezes mais até cair.
Ficar nove vezes mais no meu quadrado.
Apurar em nove vezes o meu conhecimento.
Escutar nove vezes mais.
Falar nove vezes menos.
Estudos nove vezes mais complexos.
Conhecer nove vezes mais gente interessante.
Conversar com nove vezes mais pessoas.
Amizades nove vezes mais verdadeiras.
Amor nove vezes mais inteiro.
Conhecer lugares nove vezes mais bonitos.
Rir nove vezes mais alto.

Eu quero viver nove vezes mais!




terça-feira, 21 de outubro de 2008

life. death. and life again

A florzinha ali em cima e o retorno da nova temporada me fez ter vontade de escrever sobre seriados, mais especificamente sobre o Pushing Daisies.
Eu confesso que geralmente gosto de seriados pouco conhecidos – com exceção é claro de Friends, que caiu no gosto de 99,9% dos telespectadores, inclusive no meu -. "Chuck", "Men in Trees", "Pushing Daisies" estão na lista de dowloads do meu BitComet.
Nunca ouviu falar de nenhum deles? Você é normal, não se preocupe. A "anormal" aqui sou eu, eu sei. :P
É sério, pode parecer exagero, mas podem ter certeza que não é.
Iai, que tens feito? – perguntou uma colega esses dias no msn.
Baixando seriados. To viciada em Pushing Daisies – respondi.
Pushing o q? – indagou-me.
Esse é só um exemplo das tantas conversas parecidas que surgem msn a fora.

Pushing Daisies não seria empurrando margaridas. Não!
É uma expressão que pode ser traduzida como "abotoando o paletó", "esticando as canelas", mais ou menos nesse sentido.

Com um pequeno toque ele traz a vida quem dessa passou para uma melhor. No entanto, seu tempo de vida se resume a apenas uma volta do ponteiro dos minutos. Após esse tempo se não for tocada novamente, para com a morte finalmente permanecer, outro ser deverá morrer em seu lugar. Complicado? Não, fascinante.
Chuck morreu e Ned, seu amor desde a infância, por coincidência do destino a toca de volta à vida. Após esse reencontro, um tanto quanto ilustre e bizarro, é que a vida, e a série, tem início.
Vivendo um amor intocável, no sentido mais literal possível, Chuck e Ned mantém um relacionamento diferente de qualquer outro já visto. Um amor movido somente por palavras e gestos, visto que qualquer toque acarretará a morte – Chuck uma vez ressuscitada, nunca mais poderá ser tocada por seu amor, Ned, pois outro toque será irreversivelmente fatal.

Água com açúcar? Talvez.

Não me prolongarei por mais, mas além da história de amor – meio mela cueca em alguns episódios, confesso – tem toda a trama do Pie Maker e sua loja de tortas e o fato de com seu dom Ned ajuda a solucionar crimes, de maneira um tanto quanto desleal, mas absurdamente divertida.

Se em um dia chuvoso, aqueles que não dão vontade de sair de casa e ficar quietinho vendo um DVD, super aconselho Pushing Daisies.
É bom pra dar umas risadas, pelo menos :)

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

#FFFFFF

hm... parece que a inspiração andou – bem ao longe - (d)aqui.

Lendo uns blogs por aí, dos mais diversos tipos, percebi q não sou capaz de manter um blog, ou melhor, manter um blog “cult”.
Sério, eu me pergunto: Como as pessoas conseguem achar tempo – e disposição - pra criar textos super atrativos sobre os mais variados assuntos possíveis?!
Quando eu me dou conta já se passou uma semana e eu nem as horas dei pro blog. Daí no final, se passam quase 4 meses e nenhum post novo.
Eu sinto uma inveja daquelas pessoas q juntam 1+1 e fazem textos fodásticos. Parece q não precisou do menor esforço, tudo é tão lógico, esteve sempre ali, a fluência da leitura é inevitável...
Assuntos são os que não faltam, realmente.

Hoje eu pensei: Vou atualizar meu blog!
Ótimo! Mas... vou escrever sobre o que?
Há! Aí é que está. Escrever sobre o que...?
Esse tracinho maldito que não pára de piscar não me dá nenhuma dica. Que desgraça. :/

Penso na minha vida, olho, analiso as coisas...
Ah, mas quem quer saber da minha vida? Nem tem tanta graça assim!
Recitar um poema...
Mas quem hoje em dia entende um poema?
Cantar uma música...
Mas quem se interessa em ler, quando se pode escutá-la?
Criar textos vazios do cotidiano...
Mas quem já não leu a crônica do Veríssimo ou do Paulo Santana hoje?

Então por hoje eu me limito a um texto em branco, que com essas tantas palavras, nada dizem.
Espero poder da próxima, postar um texto #000000. Se bem que um #808080, já me basta.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Já dizia Felícia...


Eu vou te abraçar, te apertar, te morder e te amar em pedaços! :)

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Felicidade nem tão clandestina assim...

Não sou fã de Clarice Lispector. Confesso. Na verdade, "não ser fã" seria um extremo, simplesmente o fato de não estar em minha mesinha de cabeceira, já basta. A leitura de "Felicidade Clandestina", no entanto, fez com que algumas Clarices, antes guardadas no fundo do armário, subitamente retornassem à cabeceira.
Surpresa, eu diria. Clarice Lispector sempre passou com um tom quase despercebido por mim. Estado de espírito, quem sabe. Só sei que a surpresa e o envolvimento com a obra foram inerentes. As "discórdias", os opostos, os contrastes... enfim, a intensidade de Clarice é surpreendente.
A ansiedade e a involuntária empatia com a personagem é envolvente ao extremo. Impossível não angustiar-se com a menina desesperada atrás das Reinações de Narizinho. A indignação perante a tal avantajada ruiva é de causar arrepios. O alivio ao encontro com a mãe e a sensação de felicidade ao carregar nos braços a tão aclamada obra chega a me fazer sorrir.
Como podem míseras linhas causar tais efeitos? Pode parecer exagero, mas sinto como se fôssemos amigas de infância. Talvez pelo fato de também ter sido uma criança devoradora de histórias e com o mesmo desejo: ter um pai dono de livraria. Ou pelo fato de ler pausadamente, em doses homeopáticas, causando-me uma constante sensação de novidade. Talvez.
Sem maiores revelações – mesmo que não represente grandes problemas – o final, admito: me decepcionou. Orgulho? Pudor? ... Sinto como se tivesse pulado direto para a última página do livro. Da aonde isso surgiu? Uma inocente menina, ansiosa e envolvida com a leitura, metaforicamente ou não, transforma-se em mulher. Traços de autobiografia da autora ou um toque adulto à história, provavelmente.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

DOIS?!

Em um dia qualquer Alex vai a locadora para encontrar algum passatempo para uma noite entediante. Encontrar um título que não se sabe qual é em uma locadora lotada de filmes é complicado.
Depois da escolha a atendente surpreende Alex: "Você tem direito a mais dois catálogos".
Mais dois?!
E agora? Serão mais horas perdidas?


quinta-feira, 22 de maio de 2008

Not lovin' it

Após alguns minutos olhando e analisando, finalmente escolheu.
Mas não tem muito gosto de mostarda? - perguntou, um tanto quanto desconfiada pelo molho amarelo da foto.
Não, é bem suave. - respondeu a atendente, meio surpresa. Afinal, quem nunca havia comido aquele lanche?
Então, acreditando na palavra da atendente, chegou em casa e louca de fome deu a primeira mordida...
...

Bléééca! O.o
Certamente é a única pessoa na face da Terra que não gosta de um Big Mac.

terça-feira, 13 de maio de 2008

o outro lado

Odeio não ter livro pra ler;
Odeio não ter tempo pra ler;
Odeio acordar cedo;
Odeio dormir cedo;
Odeio palhaços;
Odeio Nirvana;
Odeio pagode;
Odeio frio;
Odeio mar;
Odeio peixes;
Odeio borboleta;
Odeio insetos;
Odeio quando a pilha acaba;
Odeio quando o lápis quebra;
Odeio quando não desperta;
Odeio esperar;
Odeio ser acordada;
Odeio quando a unha quebra;
Odeio filme de terror;
Odeio comprar sozinha;
Odeio ervilha;
Odeio dormir sozinha;
Odeio multidões;
Odeio quem fala mim;
Odeio cabelo no gloss;
Odeio quem odeia desenho animado;
Odeio quando o pc trava;
Odeio a tabela do Word;
Odeio não saber;
Odeio miguxas;
Odeio Chaves;
Odeio chegar sozinha.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Hora de Movimentar. Cena 2. Todos prontos? Ação!!

O Diretório Acadêmico Vladimir Herzog dos cursos de Comunicação Social (Jornalismo e Publicidade e Propaganda), Design de Moda e Produção Fonográfica da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) elegeram, nesta quinta-feira (08), seus novos representantes.
O resultado foi divulgado ao término da votação, e elegeu, pela diferença de 16 votos, a chapa 1, Moviment[Ação].
O DA é a entidade representativa dos estudantes diante aos coordenadores dos cursos e da direção do Centro de Educação e Comunicação. A escolha da nova gestão foi pelo voto dos alunos e ocorreu no Campus II da UCPel, no período das 19h às 22h. A participação dos alunos foi expressiva, somando aproximadamente 300 votos, em um universo de 500 estudantes.

terça-feira, 6 de maio de 2008

o próprio já me basta.

Quer saber?
Foda-se!
Cansei!
Ahh pára! Tá achando o que?
Fica nesse vai e vem (in)constante, atormentando e revirando tudo.
Quando ele se aproxima tudo são flores... daí ele resolve, de repente ir embora, deixando tudo de pernas pro alto.
E eu? Ahh... em mim ele nem pensa. Egoísta de marca maior. Só quer saber dele e de suas vontades.
Tá certo, eu confesso. Algumas vezes fui eu quem o expulsei. E expulsei mesmo, sem dó nem piedade.
Afinal, ele se acha o que? Acha que pode ficar mandando na minha vida? Tudo ser do jeito que ele quer?

Sempre tão aclamado e presente na boca de tantos poetas, consegue se passar e se transforma até em salvação, solução. Pss... Nessa já não caiu mais.
Transforma palavras em canções, gestos em melodia... Há! Até parece!
Antes parecia uma doença, uma droga. Impossível viver sem.
Felizmente fui vacina. Desse mal não sofro mais.
Trata a minha vida como se fosse um joguinho. Brinca ora de esconde-esconde ora de pega-pega.
Acha que já não sei as regras todas de cor?!

Quer saber?
Foda-se!
Cansei!

domingo, 4 de maio de 2008

Unilateridade surpreendente

Impossível! Simplesmente inimaginável uma mulher de classe média, criada por uma família irlandesa católica, educada em colégio de freiras, com uma vida financeira um tanto quanto instável, morando em New York, com um namorado simplesmente lindo –e que a achava linda também -, ser uma toxicômana. As drogas eram apenas diversão, somente com fins estritamente recreativos. Será que era tão difícil perceber isso?
Afinal, esses viciados são cheio das fieiras de marcas nos braços, tem o cabelo sujo, parecem estar sempre com frio, vivem sacudindo os ombros e são, principalmente magros. E isso realmente ela estava longe de ser, magra.

Férias!, da autora Marian Keyes, transporta o leitor para o mundo desconhecido de Rachel, narrando suas descobertas ao ser internada em uma clínica de reabilitação.
Sempre com muito humor – ninguém consegue transpor diálogos interiores com tanta perfeição – a autora consegue surpreender o leitor a cada capítulo, desvendando simultaneamente os problemas da personagem.

Sabe quando tu te sente burra? - Sério, como eu não tinha me dado conta disso? É tãão óbvio! O.o
Enganada? Traída? - Como ela fez isso e não me disse nada?!
A cumplicidade criada entre o leitor e o personagem é quase real. Tu realmente acredita na história da maneira em que ela está sendo contada.
Marian consegue nos enganar o tempo todo. Até os últimos parágrafos os maus são os outros. - Pobre Rachel, tão inocente, ela só queria se distrair... Poxa, quanta maldade!
E, de repente, como um balde de água a fria, a verdade simplesmente aparece. – Monga, ela tava ali o tempo todo, como tu não viu? O.o

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Suuucesso! :D~

Diário Popular, 29 de abril de 2008.
Caderno Se Pá.

...
Obrigada!

terça-feira, 29 de abril de 2008

ado, aado, reitoria no meu quadrado! xD

Então hoje de manhã ela foi no centro.
Correndo, escolhendo, experimentando e não achando nada.
Pé pequeno é foda! :/
Vai com o sapato meia boca chique mesmo... tanto faz! ¬¬
Pseudo-salto, casaquinho de lã estilosinho, cabelo no lugar, brincos, anéis, colares...
A partir de agora é outro nível... fazer o q? :P

Sabe quando tu tá no lugar certo e na hora certa?
Pois é.
No outro dia então, 8h30 toca o telefone:
Podes estar no Campus I agora às 10h? – disse a telefonista.
... Ahn? Como assim? E não é q era sério mesmo? :O
E lá se foi a Carol, sem ter muita noção alguma de nada.
Quem mandou ser tão metida? – martelava a voz – talvez da (in)consciência – em sua cabeça.
E entre uma conversa e outra...
Eu só tenho uma bolsa de monitoria lá no Campus II, mas posso conversar com o professor pra ver direitinho. – disse a Carol, meio sem jeito.

Idiota!! Idiota! Pra que ficar falando o q ng te perguntou?? – gritava, freneticamente, aquela voz.
Semana que vem entraremos em contato. Obrigado. – disse o diretor.

Gelou. Já era. Ela sabia.
Mas como a esperança é a última que morre – bã, desculpem o clichê :/ - ela esperou. Era só o q podia fazer.

Segunda-feira, 9h30 da manhã, toca o telefone:
Podes estar no Campus I agora às 10h? – disse a telefonista.
Será? Só podia ser um sim. Tinha que ser.
E lá se foi...
Bla bla bla, bla bla bla, bla bla bla...
Té amanhã! – disseram todos da sala de assessoria.
Carol sorriu. Simplesmente sorriu.

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